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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

A LUTA CONTRA O LIXO NAS RUAS, QUEM DEVE SE CONSCIENTIZAR?

O Lixo nas ruas da Cidade
Os comerciantes da região, não se preocupam com a forma de descarregar o lixo de seu comércio, despejam ou colocam em qualquer local, como nessa foto tirada na Ladeira da Memória próximo ao Terminal Bandeira.

Como orientá-los?

Quem deveria fiscalizar essas ocorrências?

Bifurcação da Rua Alvaro de Carvalho com a Rua Martins Fontes, notem que a árvore é feita de depósito de lixo. Os detritos deixados são levados com as fortes chuvas para av. Nove de Julho.

Consciência


A consciência actua como um dar-se conta do que devemos fazer. Não é a decisão de como devemos agir: a decisão vem depois e consiste em seguir ou não o juízo da consciência. A consciência não é a decisão da vontade, mas o perceber com a inteligência. E não julga o que é que mais gostamos, mas o que devemos fazer. Por isso se chama a voz da consciência, como querendo indicar que é algo que ouvimos, que nos é comunicado, que não somos nós que inventamos, mas que deriva da própria situação. (Juan Luis Lorda)

Onda de calor mata 32 idosos em menos de 2 dias em Santos

Em apenas 36 horas, o forte calor causou a morte de 32 idosos em Santos (72 km de SP). Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, as vítimas tinham entre 60 e 97 anos e a maioria já apresentava doenças crônicas, como problemas cardíacos e diabetes. Desde o início do mês, a cidade registra altas temperaturas, chegando a 39,1C na segunda-feira, segundo a Defesa Civil.

Rio Pinheiros – Hitória

Rio Pinheiros



O rio Pinheiros é um rio brasileiro do estado de São Paulo, famoso nacionalmente por cortar a cidade de São Paulo.
O Rio Pinheiros nasce do encontro do rio Guarapiranga com o rio Grande, e deságua no rio Tietê.
Na cidade de São Paulo, é margeado pela via expressa Marginal Pinheiros, que junto com a Marginal Tietê, compõe o principal sistema viário da cidade (estima-se que 70% do fluxo total de veículos passem por uma das duas marginais diariamente).



História


Nos tempos coloniais, o rio Pinheiros foi chamado de Jurubatuba, que em tupi significa “lugar com muitas palmeiras jerivás“.



Formação do Pinheiros, à direita, no encontro do rio Grande à esquerda, com o rio Guarapiranga no centro.

Passou a ser chamado de rio Pinheiros pelos jesuítas, em 1560, quando eles criaram um aldeamento indígena de nome Pinheiros. Foi chamado assim por causa da grande quantidade de araucárias (ou pinheiro-do-brasil) que cobriam a região. O principal caminho que dava acesso à aldeia era o Caminho de Pinheiros, que hoje é a Rua da Consolação.

Aos poucos, com a construção de pontes que permitiam a sua travessia, as margens do rio foram sendo ocupadas. O bandeirante Fernão Dias Pais Leme tornou-se proprietário de terras na margem direita do rio Pinheiros. Na margem direita do rio, havia o Forte Emboaçava, para proteger a vila de São Paulo de Piratininga dos ataques indígenas, que à época eram constantes.

No início do século XX, a paisagem em torno do rio começou a transformar-se em função das novas levas de imigrantes, principalmente italianos e japoneses, que vieram se instalar às margens do rio.

Marginal Pinheiros, via expressa que margeia o rio.



A partir da década de 1920, foram iniciadas as obras de retificação do rio Pinheiros. O objetivo destas obras era acabar com as inundações, canalizar as águas e direcioná-las para a Represa Billings, invertendo o sentido das águas, com a usina elevatória da Traição. Com isso, foram criadas condições para a instalação da Usina Hidrelétrica Henry Borden, em Cubatão, que recebia água do rio Tietê pelo rio Pinheiros e pela Billings, aproveitando o grande desnível da Serra do Mar, de mais de 700 metros, para gerar energia elétrica. O rio Pinheiros pode ser encaminhado no sentido mais conveniente, bastando desligar o bombeamento da usina de Traição e abrir uma barragem a jusante no rio Tietê para ele voltar a correr no curso natural. As obras de retificação, junto com a construção de vias expressas de tráfego, isolaram o rio Pinheiros do convívio com a população, antes mesmo de suas águas estarem contaminadas pela poluição.



Problemas ambientais
Ocupação urbana nas margens do rio Pinheiros.


Atualmente, o rio Pinheiros recebe efluentes de 290 indústrias e dejetos de 400 mil famílias, despejados nele a partir de vários afluentes, como o Córrego Pirajussara.

Existem projetos e obras de implantação de coletores-tronco e interceptores por parte da Sabesp, que coletariam o esgoto dos bairros e lindeiros ao rio, enviando-as para tratamento em Barueri, garantindo e prometendo a sua recuperação e a volta de alguns tipos de peixes e plantas em suas águas.

Além da construção de coletores-tronco, são estudados outros processos de despoluição adicionais que podem ser usados no rio, como a flotação e a dragagem.



Capivaras na USP, próximo à Marginal Pinheiros. Muitas outras, além de diversas espécies de animais vivem ao longo do rio. Uma esperança para a salvação do Pinheiros.

Entre os projetos de recuperação do rio, destaca-se o “Projeto Pomar”, iniciativa de plantar flores e árvores frutíferas nas margens do rio, transformando suas margens em um jardim de 14 km de extensão com espécies nativas. O Projeto Pomar é uma iniciativa conjunta da governo estadual em parceria com onze empresas privadas. As primeiras iniciativas surgiram em 1999, com a cobertura paisagística da margem esquerda do rio.

Sabe-se que a vida tem resistido a toda a degradação do rio. Capivaras, gaviões, quero-quero, garças africanas, cobras, ratões do banhado e até um jacaré sobrevivem ao longo do Pinheiros, aumentando as esperanças de salvação do rio, futuramente.

O gasto com a despoluição do rio Pinheiros inicialmente deverá custar algo em torno de U$S 100 milhões(dólares), conforme dados obtidos no site oficial do Governo do Estado de São Paulo.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Após seis horas, energia é restabelecida na avenida Paulista

Em São Paulo


Após seis horas de falta de luz, a energia foi restabelecida completamente na avenida Paulista, em São Paulo, de acordo com informações da assessoria de imprensa da AES Eletropaulo. Desde às 17h, foram afetadas as regiões da avenida na altura do número 2.000, além de trechos da alameda Campinas e das ruas Bela Cintra, Antônio Carlos, Augusta, Frei Caneca e Haddock Lobo. A companhia não informou o número de consumidores afetados.

Em nota, a Eletropaulo afirmou que a interrupção ocorreu devido o rompimento de cabos subterrâneos, mas o motivo que provocou a ruptura ainda é desconhecido.

O secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania, Luiz Antonio Marrey, afirmou que a situação é “lamentável”. “Desta vez, parece que não tem conexão com a chuva. Então, a Eletropaulo deve novas explicações. Esta situação somente piora o conceito que a sociedade vem fazendo sobre este serviço”, disse em nota.

No início desta semana, Marrey convocou as empresas de energia do Estado e pediu explicações sobre os constantes casos de falta de energia. Na última semana, trechos de 16 bairros de São Paulo ficaram sem luz por mais de 24 horas, devido às chuvas.

Após reunião, o secretário disse que não se convenceu das explicações apresentadas pelas empresa, inclusive a AES Eletropaulo e cobrou uma resposta em 30 dias. As empresas afirmaram que os problemas ocorreram devido a quedas de árvores e áreas inacessíveis para restabelecer o fornecimento.

Foi aberto um procedimento investigativo e a multa pelo Procon pode chegar a R$ 3 milhões. Marrey disse que o Procon pode receber denúncias de consumidores da região da Paulista afetados pela falta de energia.

Bem vindos!

Urbanistas/SP é um blog sobre a cidade de São Paulo.




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Um trabalho junto ao curso de Especialização em Divulgação Científica ECA/USP - Núcleo José Reis.

http://www.eca.usp.br/njr/ –


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