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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

PENSAMENTO DO DIA

Todos os dias Deus nos dá um momento em que é possível mudar tudo que nos deixa infelizes. O instante mágico é o momento em que um 'sim' ou um 'não' pode mudar toda a nossa existência.

FAÇA A SUA PARTE!




 

RECICLAGEM

                                                                  NATURAL LIMP

Você está interessado em implantar a Coleta Seletiva e não sabe por onde começar?

• Como levar a coleta seletiva para seu prédio de apartamentos?
• Para onde encaminhar o lixo reciclável?
• Sua empresa precisa adequar-se às normas de qualidade ISO 14001?

Para obter a resposta para estas e outras perguntas, consulte o  GUIA FÁCIL DA COLETA SELETIVA, com as PERGUNTAS E RESPOSTAS mais freqüentes!

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http://www.naturallimp.com.br/br/coleta/coleta.php

Lixo Nas Ruas

Por onde quer que eu ande, seja o bairro que for...

Observo que realmente não existe em momento algum, fiscalização por parte da Prefeitura do Municipio  no quesito LIXO. O lixo não recebe seleção para ser descartado, joga-se partes de armários, colhões e tudo o que você precisar descartar sem quaisquer critério.

Esquina da Rua Remanso com com a Rua Humberto I - Vila Mariana






Já na Rua Pelotas, os comerciantes não tem a mínima preocupação, pois ao lado desta árvore como você vai observar na próxima foto.   


O lixo mistura-se com as pessoas que param no local para comer ou beber e confunde-se até com a sacola que está sobre a cadeira.





Bairro da Zona Sul ficou com ruas alagadas por causa do temporal.

Em apenas uma hora, choveu quase 40% do esperado para todo o mês de janeiro no Ipiranga, na Zona Sul de São Paulo. O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), ligado à prefeitura, registrou 89,3 mm de chuva no bairro. A média histórica do mês é de 239 mm, segundo informações do centro.



A Vila Mariana pegou o segundo lugar onde mais choveu na capital paulistana, registrou 47,7mm. Na zona sul ainda: Santo Amaro com 44,5mm e Campo Limpo com 40,1mm.
 
A chuva alagou ruas do Ipiranga na tarde desta segunda-feira. Por volta das 18h30, carros estavam submersos em vias como a Rua 1822. Um homem se equilibrava em um pedaço de madeira sobre uma boia para atravessar a enchente. Apenas caminhões conseguiam passar pelas ruas alagadas.

SP tem 118 km de congestionamentos; índice supera média para o horário

Na véspera de Carnaval, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registra 118 quilômetros de lentidão na capital no final da tarde desta sexta-feira (12), índice acima da média para o horário.

A zona oeste tem as maiores taxas de congestionamentos em São Paulo: são 38 km. Logo atrás, aparece a zona sul, com 33 km, seguida da leste, com 19 km, da norte, com 17 km e, finalmente, do centro, com 16 km mapeados.

Principal via de acesso ao Sambódromo, onde acontece hoje a primeira noite de desfiles das escolas de samba do Grupo Especial, a marginal Tietê no sentido rodovia Ayrton Senna deve ser evitada pelos motoristas.

Pelo levantamento da CET, são mais de 15 km de fluxo lento no trecho. A marginal Pinheiros sentido Interlagos, por sua vez, está com 9 km de congestionamentos.



Se beber não dirija,

Boa Viagem e um excelente Carnaval!!!


A LUTA CONTRA O LIXO NAS RUAS, QUEM DEVE SE CONSCIENTIZAR?

O Lixo nas ruas da Cidade
Os comerciantes da região, não se preocupam com a forma de descarregar o lixo de seu comércio, despejam ou colocam em qualquer local, como nessa foto tirada na Ladeira da Memória próximo ao Terminal Bandeira.

Como orientá-los?

Quem deveria fiscalizar essas ocorrências?

Bifurcação da Rua Alvaro de Carvalho com a Rua Martins Fontes, notem que a árvore é feita de depósito de lixo. Os detritos deixados são levados com as fortes chuvas para av. Nove de Julho.

Consciência


A consciência actua como um dar-se conta do que devemos fazer. Não é a decisão de como devemos agir: a decisão vem depois e consiste em seguir ou não o juízo da consciência. A consciência não é a decisão da vontade, mas o perceber com a inteligência. E não julga o que é que mais gostamos, mas o que devemos fazer. Por isso se chama a voz da consciência, como querendo indicar que é algo que ouvimos, que nos é comunicado, que não somos nós que inventamos, mas que deriva da própria situação. (Juan Luis Lorda)

Onda de calor mata 32 idosos em menos de 2 dias em Santos

Em apenas 36 horas, o forte calor causou a morte de 32 idosos em Santos (72 km de SP). Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, as vítimas tinham entre 60 e 97 anos e a maioria já apresentava doenças crônicas, como problemas cardíacos e diabetes. Desde o início do mês, a cidade registra altas temperaturas, chegando a 39,1C na segunda-feira, segundo a Defesa Civil.

Rio Pinheiros – Hitória

Rio Pinheiros



O rio Pinheiros é um rio brasileiro do estado de São Paulo, famoso nacionalmente por cortar a cidade de São Paulo.
O Rio Pinheiros nasce do encontro do rio Guarapiranga com o rio Grande, e deságua no rio Tietê.
Na cidade de São Paulo, é margeado pela via expressa Marginal Pinheiros, que junto com a Marginal Tietê, compõe o principal sistema viário da cidade (estima-se que 70% do fluxo total de veículos passem por uma das duas marginais diariamente).



História


Nos tempos coloniais, o rio Pinheiros foi chamado de Jurubatuba, que em tupi significa “lugar com muitas palmeiras jerivás“.



Formação do Pinheiros, à direita, no encontro do rio Grande à esquerda, com o rio Guarapiranga no centro.

Passou a ser chamado de rio Pinheiros pelos jesuítas, em 1560, quando eles criaram um aldeamento indígena de nome Pinheiros. Foi chamado assim por causa da grande quantidade de araucárias (ou pinheiro-do-brasil) que cobriam a região. O principal caminho que dava acesso à aldeia era o Caminho de Pinheiros, que hoje é a Rua da Consolação.

Aos poucos, com a construção de pontes que permitiam a sua travessia, as margens do rio foram sendo ocupadas. O bandeirante Fernão Dias Pais Leme tornou-se proprietário de terras na margem direita do rio Pinheiros. Na margem direita do rio, havia o Forte Emboaçava, para proteger a vila de São Paulo de Piratininga dos ataques indígenas, que à época eram constantes.

No início do século XX, a paisagem em torno do rio começou a transformar-se em função das novas levas de imigrantes, principalmente italianos e japoneses, que vieram se instalar às margens do rio.

Marginal Pinheiros, via expressa que margeia o rio.



A partir da década de 1920, foram iniciadas as obras de retificação do rio Pinheiros. O objetivo destas obras era acabar com as inundações, canalizar as águas e direcioná-las para a Represa Billings, invertendo o sentido das águas, com a usina elevatória da Traição. Com isso, foram criadas condições para a instalação da Usina Hidrelétrica Henry Borden, em Cubatão, que recebia água do rio Tietê pelo rio Pinheiros e pela Billings, aproveitando o grande desnível da Serra do Mar, de mais de 700 metros, para gerar energia elétrica. O rio Pinheiros pode ser encaminhado no sentido mais conveniente, bastando desligar o bombeamento da usina de Traição e abrir uma barragem a jusante no rio Tietê para ele voltar a correr no curso natural. As obras de retificação, junto com a construção de vias expressas de tráfego, isolaram o rio Pinheiros do convívio com a população, antes mesmo de suas águas estarem contaminadas pela poluição.



Problemas ambientais
Ocupação urbana nas margens do rio Pinheiros.


Atualmente, o rio Pinheiros recebe efluentes de 290 indústrias e dejetos de 400 mil famílias, despejados nele a partir de vários afluentes, como o Córrego Pirajussara.

Existem projetos e obras de implantação de coletores-tronco e interceptores por parte da Sabesp, que coletariam o esgoto dos bairros e lindeiros ao rio, enviando-as para tratamento em Barueri, garantindo e prometendo a sua recuperação e a volta de alguns tipos de peixes e plantas em suas águas.

Além da construção de coletores-tronco, são estudados outros processos de despoluição adicionais que podem ser usados no rio, como a flotação e a dragagem.



Capivaras na USP, próximo à Marginal Pinheiros. Muitas outras, além de diversas espécies de animais vivem ao longo do rio. Uma esperança para a salvação do Pinheiros.

Entre os projetos de recuperação do rio, destaca-se o “Projeto Pomar”, iniciativa de plantar flores e árvores frutíferas nas margens do rio, transformando suas margens em um jardim de 14 km de extensão com espécies nativas. O Projeto Pomar é uma iniciativa conjunta da governo estadual em parceria com onze empresas privadas. As primeiras iniciativas surgiram em 1999, com a cobertura paisagística da margem esquerda do rio.

Sabe-se que a vida tem resistido a toda a degradação do rio. Capivaras, gaviões, quero-quero, garças africanas, cobras, ratões do banhado e até um jacaré sobrevivem ao longo do Pinheiros, aumentando as esperanças de salvação do rio, futuramente.

O gasto com a despoluição do rio Pinheiros inicialmente deverá custar algo em torno de U$S 100 milhões(dólares), conforme dados obtidos no site oficial do Governo do Estado de São Paulo.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Após seis horas, energia é restabelecida na avenida Paulista

Em São Paulo


Após seis horas de falta de luz, a energia foi restabelecida completamente na avenida Paulista, em São Paulo, de acordo com informações da assessoria de imprensa da AES Eletropaulo. Desde às 17h, foram afetadas as regiões da avenida na altura do número 2.000, além de trechos da alameda Campinas e das ruas Bela Cintra, Antônio Carlos, Augusta, Frei Caneca e Haddock Lobo. A companhia não informou o número de consumidores afetados.

Em nota, a Eletropaulo afirmou que a interrupção ocorreu devido o rompimento de cabos subterrâneos, mas o motivo que provocou a ruptura ainda é desconhecido.

O secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania, Luiz Antonio Marrey, afirmou que a situação é “lamentável”. “Desta vez, parece que não tem conexão com a chuva. Então, a Eletropaulo deve novas explicações. Esta situação somente piora o conceito que a sociedade vem fazendo sobre este serviço”, disse em nota.

No início desta semana, Marrey convocou as empresas de energia do Estado e pediu explicações sobre os constantes casos de falta de energia. Na última semana, trechos de 16 bairros de São Paulo ficaram sem luz por mais de 24 horas, devido às chuvas.

Após reunião, o secretário disse que não se convenceu das explicações apresentadas pelas empresa, inclusive a AES Eletropaulo e cobrou uma resposta em 30 dias. As empresas afirmaram que os problemas ocorreram devido a quedas de árvores e áreas inacessíveis para restabelecer o fornecimento.

Foi aberto um procedimento investigativo e a multa pelo Procon pode chegar a R$ 3 milhões. Marrey disse que o Procon pode receber denúncias de consumidores da região da Paulista afetados pela falta de energia.

Bem vindos!

Urbanistas/SP é um blog sobre a cidade de São Paulo.




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Um trabalho junto ao curso de Especialização em Divulgação Científica ECA/USP - Núcleo José Reis.

http://www.eca.usp.br/njr/ –


Agradeço a colaboração e a presença.